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09 - Escala Internacional de Temperaturas

Para melhor expressar as leis da termodinâmica, foi criada uma escala baseada em fenômeno de mudança de estado físico de substâncias puras, que ocorrem em condições únicas de temperatura e pressão. São chamados de pontos fixos de temperatura.

Chama-se esta escala de IPTS - Escala Prática Internacional de Temperatura. A primeira escala surgiu em 1920, modificada em 1948 (IPTS-48). Em 1960 mais modificações foram feitas e em 1968 uma nova Escala Prática Internacional de Temperatura foi publicada (IPTS-68).

A ainda atual IPTS-68 cobre uma faixa de -259,34 a 1064,34ºC baseada em pontos de fusão, ebulição e pontos triplos de certas substâncias puras como, por exemplo, o ponto de fusão de alguns metais puros.

A última versão foi adotada em 1990 pelo Bureau International de Poids et Mesures (BIPM), sendo denominada Escala Internacional de Temperatura de 1990 (ITS-90), sendo a que apresenta melhor concordância com a escala termodinâmica de temperatura.

Pontos FixosIPTS-68IPTS-90
Ebulição do Oxigênio-182,962ºC-182,954ºC
Ponto Triplo da Água+0,010ºC+0,010ºC
Solidificação do Estanho+231,968ºC+231,928ºC
Solidificação do Zinco+419,580ºC+419,527ºC
Solidificação da Prata+961,930ºC+961,780ºC
Solidificação do Ouro+1064,430ºC+1064,180ºC


Normas e Padrões Internacionais

Com o desenvolvimento tecnológico diferente em diversos países, criou-se uma série de normas e padronizações, cada um atendendo a uma dada região.


As mais importantes são:

ISA   -   AMERICANA
DIN  -   ALEMÃ
JIS    -   JAPONESA
BS    -  INGLESA
UNI -   ITALIANA

Para atender as diferentes especificações técnicas na área da termometria, cada vez mais se somam os esforços com o objetivo de se unificar estas normas. Para tanto, a Comissão Internacional Eletrotécnica-IEC, vem desenvolvendo um trabalho junto aos países envolvidos neste processo normativo, não somente para obter normas mais completas e aperfeiçoadas, mas também de prover meios para a internacionalização do mercado de instrumentação relativo a termopares.

Como um dos participantes desta comissão, o Brasil, através da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, está, também, diretamente interessado no desdobramento deste assunto e vem adotando tais especificações como Normas Técnicas Brasileiras.